====== Estudos sobre o Eneagrama ====== //BENNETT, John G. Enneagram studies. York Beach, Ma: Weiser, 1983.// ==== Prefácio ==== //Anthony Blake// * A coletânea reúne palestras, excertos de diários, livros e artigos de J. G. Bennett e alguns de seus alunos para explicar o significado e a aplicação do eneagrama, símbolo apresentado por Gurdjieff a seus grupos na Rússia por volta de 1916. * Gurdjieff apresentou o símbolo de forma deliberadamente incompleta como desafio aos alunos. * Ouspensky registrou fielmente o que Gurdjieff disse sobre o eneagrama. * Bennett adotou o símbolo como ferramenta prática de compreensão de qualquer transformação, tratando-o como estrutura universal. * Os alunos de Bennett aplicaram o eneagrama em áreas como pesquisa educacional até ele se tornar quase uma segunda natureza. * Enneagram Studies originou-se de um livro menor intitulado The Enneagram, publicado em 1974, quando Bennett experimentava uma abordagem radicalmente nova de transmissão dos métodos Gurdjieff em Sherborne House, em Gloucestershire. * No prefácio original, Bennett declarou que o livro se baseava em palestras de 1973 e 1974 dadas a alunos já familiarizados com as ideias de Gurdjieff. * As ideias sobre o Enneagrama Planetário tinham muito em comum com o pensamento da Nova Era, mas carregavam uma mensagem especial para grupos que se preparavam para tempos de tribulação. * Bennett afirmou não haver um caminho exclusivo para a verdade, nem sequer um melhor, embora cada um possa assim pensar. * O Trabalho, como a Natureza, produz grande multidão de sementes e as dispersa para garantir a colheita no tempo certo. * Bennett faleceu em 1974, logo após escrever o prefácio, e em 1978 foi preparada uma nova edição que incorporou, além das palestras, excertos de sua obra magna The Dramatic Universe. * Foram incluídos dois artigos relevantes do periódico Systematics, lançado por Bennett em 1964. * Um dos artigos registrava material de Clarence King, que trabalhava na Vauxhall Motors, sobre o processo de fabricação visto pelo prisma do eneagrama. * Ken Pledge, aluno de Bennett, escreveu sobre o que chamou de "processo estruturado em experimento científico", produzindo o exemplo mais preciso e detalhado de como o eneagrama pode auxiliar no design inteligente e prático. * As adições ampliaram e aprofundaram as explicações, abrangendo um campo mais vasto de aplicações, pois muito do que Bennett ensinava usando o eneagrama não estava registrado de outra forma. * A edição de 1978 recebeu o título Enneagram Studies para enfatizar seu escopo mais amplo, e foi certamente um estímulo para a escrita de The Intelligent Enneagram, em 1996. * Na edição revisada de 2007 foi acrescentada uma contribuição própria do organizador em torno do tema do eneagrama e do tempo, além de uma reorganização dos capítulos. * O conteúdo abrange simbologia, culinária, risco, transformação humana, manufatura, arte, biosfera e evolução, espiritualidade e ciência experimental. * A inclusão de contribuições de alunos de Bennett reflete os frequentes diálogos em grupos que usavam o eneagrama como ferramenta básica de compreensão. * A variedade existe para que a maioria dos leitores encontre algo relacionável à sua experiência, mas a maioria dos textos trata de tomar uma "matéria-prima" e "cozinhá-la" para fazer uma "refeição", e qualquer processo de transformação pode iluminar qualquer outro. * Muitas especulações circulam sobre as origens do eneagrama, atribuindo-o a fontes astronômicas, sufistas, alquímicas, entre outras, sem que nenhuma delas ofereça base acadêmica substantiva. * A confusão reina porque não se aprecia suficientemente em que medida o pensamento antigo empregava números e formas para estruturar o conhecimento. * Essa prática era amplamente difundida até o Renascimento. * No mundo ocidental, o antecedente mais antigo conhecido está em Pitágoras, para quem o número era o princípio organizador primário. * As ideias pitagóricas foram transformadas na metafísica de Platão e desempenharam papel considerável no pensamento ocidental desde então. * Bennett seguiu Pitágoras ao considerar o número como primário para a compreensão do cosmos em qualquer escala, desenvolvendo um método de pensamento chamado sistemática. * Em sistemática, cada número inteiro era tomado como uma "ideia-mestra" capaz de revelar o cosmos à sua maneira única, cada um levando em progressão ao próximo de número mais alto. * Bennett racionalizava a prática antiga ao relacioná-la com o pensamento sistêmico moderno. * Definiu um sistema como um "conjunto de termos independentes mas mutuamente relevantes", propondo que tais sistemas ofereciam um modo de pensar complementar às formas lineares usuais. * A contribuição de Bennett foi excepcional ao oferecer uma espécie de "lógica" para o pensamento holístico. * Os sistemas de Bennett constituíam a estrutura mais abstrata da compreensão, numa espécie de democracia intelectual em que todos os termos são iguais, enquanto o eneagrama não é um sistema puro, mas uma estrutura sofisticada. * Em um sistema puro, cada termo é igual a cada outro. * Em uma estrutura, os termos podem ser diferenciados em tipos distintos e os sistemas podem ser combinados de várias formas. * O eneagrama possui termos de diferentes tipos e combina pelo menos dois sistemas. * O trabalho de Bennett não ocorreu em isolamento, havendo diálogo com o estudo intensivo de formas emergentes na teoria da complexidade e com a teoria junguiana dos arquétipos. * A teoria da complexidade, em que a ciência passou a considerar os fenômenos do caos dando origem a ordens inesperadas, constitui um campo vasto que não pode ser abordado integralmente. * Jung estudou os arquétipos, incluindo o número, trabalho desenvolvido sobretudo por Marie Louise von Franz, mas apenas para os inteiros mais simples. * A afirmação de Jung de que não podemos conhecer os arquétipos como tais, mas apenas imagens deles, é significativa em relação aos sistemas de Bennett e à simbologia do número em geral. * Qualquer representação específica de um sistema ou número pode ser apenas parcial. * Embora Bennett se inspirasse principalmente em Gurdjieff, estava bem ciente das contribuições significativas de C. S. Peirce, A. N. Whitehead, J. Smuts e pensadores mais recentes como Bertalanffy. * Os próprios escritos de Gurdjieff, especialmente All and Everything, eram altamente originais em forma e conteúdo, atingindo alturas mitológicas. * Gurdjieff passou a evitar as exposições mais "científicas" que Ouspensky recebeu durante o período russo do ensino, quando complexas "tabelas de hidrogênios" de tipos de matéria eram elaboradas e discutidas. * Ouspensky havia pedido a criação de "novas categorias de pensamento" em sua obra-prima Tertium Organum, título coincidentemente ressonante com a proposta de Gurdjieff de uma "quarta via". * Bennett respondeu a esse chamado com o desenvolvimento de sua sistemática. * Os três capítulos extraídos de The Dramatic Universe de Bennett baseiam-se no pensamento estrutural da sistemática e abordam a Superação do Risco, a Realização do Valor e a Simbiose Biosférica. * Essas ideias eram centrais para o pensamento de Bennett. * Os capítulos contêm terminologia mais especializada do que os demais. * Os onze capítulos estão organizados para contar uma história que pivota em torno da ideia do Homem como Transformador de Energias. * O que é mais relevante para o eneagrama fora das escolas de Gurdjieff é o estudo de textos antigos realizado pela antropóloga britânica Mary Douglas, que propôs que muitos textos antigos, como os da Bíblia e as epopeias homéricas, foram compostos em composição em anel. * Na composição em anel, a sequência de episódios possui uma ordem circular em que início e fim se fundem e o conjunto "gira" em torno de um evento pivô. * Visualizando os episódios dispostos ao redor de um círculo, é possível perceber correspondências entre eles em pares ao longo do círculo. * Toda a série é dividida em duas metades complementares. * Esse esquema foi recentemente identificado na estrutura da obra poética do século XIII de Rumi por Simon Weightman, ex-aluno de Bennett. * A "mesma" história é repetida nos dois lados, mas em um lado está do ponto de vista do homem e no outro do ponto de vista de Deus. * Os dois aspectos de um anel que se fecha sobre si mesmo com duas perspectivas aparecem no eneagrama, cujo símbolo tem nove pontos ou linhas, mas também é descrito como tendo dez pontos, de 0 a 9, com 0 e 9 coincidindo. * Em relação um ao outro, o lado direito do símbolo é material e o lado esquerdo é espiritual. * Gurdjieff, porém, não se contentou com uma distinção meramente binária e fez uma distinção ternária. * Isso significava que havia duas "viradas" em suas "histórias", dadas pelos pontos 3 e 6. * Essa diferença torna a contribuição de Gurdjieff ainda mais singular. * O reino retratado no eneagrama entre os pontos 3 e 6 é o do trabalho no sentido da definição de Gurdjieff como "labor voluntário e sofrimento intencional" ou do "Vale da Formação da Alma" de Keats. * A tradição da "quarta via" de Gurdjieff e Bennett estava muito enraizada na praticidade e na transformação. * Uma antropóloga como Mary Douglas permanece na proveniência do mito e da história, enquanto os seguidores da quarta via buscam compreender processos reais que ocorrem no mundo e em si mesmos agora. * A tridimensionalidade de Gurdjieff parece essencial porque permite uma ação mútua entre o espiritual e o material. * Na obra de Joseph Campbell sobre a estrutura do mito, em particular o monomito do herói em The Hero with a Thousand Faces, encontra-se uma versão do "reino do meio": o herói deixa o lar, entra em outro mundo, passa por provações e toma decisões críticas, emergindo com uma sabedoria que pode levar de volta ao seu povo. * O pensamento analógico permite ver uma profunda semelhança entre o mundo mítico subterrâneo e o fogão de cozinha que Bennett descreve em seu relato de preparar uma refeição: algo acontece que é irreversível. * Há uma percepção ubíqua de processos transformativos dispersa pela mitologia, alquimia, arqueoastronomia, arte dramática, tecnologia e gestão, e o eneagrama prova ser um dispositivo excepcional para compreender padrões comuns em meio à diversidade. * Esse rico reservatório não pode ser reduzido a nenhuma forma ou representação única. * O eneagrama pode ser compreendido em sentido formal ou abstrato como membro de uma classe de estruturas com 1, 4, 9, 16, 25 e assim por diante termos, e também dentro de uma classe ainda maior de "N-gramas" com qualquer número de termos. * Ter nove termos pode ser significativo por causa da amplamente citada regra de "sete mais ou menos dois" como o número máximo de termos que podemos apreender como um todo. * Não há espaço aqui para uma discussão desse formalismo, mas é essencial ao menos reconhecer que o eneagrama não é único em princípio, podendo ser tomado como representante de toda uma família de formas simbólicas. * Desde 1974, quando The Enneagram de Bennett foi publicado pela primeira vez, muitos livros surgiram pretendendo tratar do eneagrama, mas versando na verdade apenas sobre o esquema de nove tipos ou "fixações" primeiramente elaborado por Oscar Ichazo. * O fato de ter nove termos levou muitas pessoas a sobrepor o símbolo do eneagrama a esse esquema. * Esse conjunto de termos é mais provavelmente uma exemplificação de uma enéada ou sistema de nove termos, em vez de um eneagrama, que é uma estrutura com nove dobras. * Em contraste com o eneagrama, os nove termos do esquema de fixação não formam uma progressão, como em uma sequência de transformação. * Um aspecto poderoso do eneagrama é sua representação de diferentes tipos de tempo: o círculo externo representa o tempo linear sequencial, enquanto as outras figuras no símbolo representam diferentes ordens de tempo, uma estática ou "eterna" e outra cíclica ou recorrente. * O eneagrama é inerentemente evocativo de organismos vivos, que mudam enquanto permanecem os mesmos. * Como Gurdjieff apontou, um organismo vivo precisa se alimentar e transformar energias. * Em um dos textos incluídos, explica-se como um homem tem três tipos de "alimento" que precisam se misturar. * A terceira fase do eneagrama, a região definida pelos pontos 6-9, representa a região do cumprimento e não é garantida porque depende tanto da própria intenção quanto da "ajuda". * Como Bennett gosta de enfatizar, é inerentemente dramático. * Em The Intelligent Enneagram, seguiu-se a abordagem estabelecida por Bennett, voltando-se para a praticidade, a transformação, o drama e a incerteza inerente a qualquer tipo de realização. * O trabalho de Bennett inspirou muitas pessoas práticas, incluindo Richard Knowles, cujo livro The Leadership Dance aplica o eneagrama ao âmbito da gestão e baseou-se em anos de experiência ajudando organizações a melhorar seu desempenho em áreas críticas como segurança. * O livro de Knowles pode ser colocado ao lado do artigo de Ken Pledge sobre processo estruturado em experimento científico para enfatizar os insights técnicos e precisos que o eneagrama pode fomentar. * Gurdjieff experimentava e explorava constantemente novas formas de expressar suas ideias, e quando apresentou o símbolo em 1916, enfatizou que o ensinamento era completamente autossuficiente e independente de outras linhas, sendo completamente desconhecido até aquele momento. * Gurdjieff advertiu que as pessoas se acorrentam inconscientemente com o desejo de exatidão em esferas onde definições exatas implicam, por sua própria natureza, inexatidão de significado. * Compreender um símbolo de forma prática exigia que um homem trabalhasse sobre si mesmo. * Ninguém pode dar a outro o que ele não possuía antes, nem fazer por ele o trabalho que ele mesmo deve fazer. * O eneagrama não é apenas um modelo que se pode aprender, mas um tipo de inteligência na qual se pode participar, e só "funciona" se o conhecimento e a própria pessoa forem colocados nele. * Gurdjieff descreveu o eneagrama como um símbolo universal no qual todo conhecimento pode ser incluído e interpretado. * O que um homem não consegue inserir no eneagrama, ele não compreende de fato. * Para quem sabe usá-lo, o eneagrama torna livros e bibliotecas inteiramente desnecessários. * Um homem pode estar completamente sozinho no deserto, traçar o eneagrama na areia e nele ler as leis eternas do universo, sempre aprendendo algo novo. * Se dois homens de escolas diferentes se encontrarem, desenharão o eneagrama e com sua ajuda poderão estabelecer qual deles sabe mais e qual, consequentemente, é o professor e qual é o aluno. * O eneagrama é a hieroglífica fundamental de uma linguagem universal com tantos significados diferentes quantos são os níveis dos homens. * O eneagrama é o movimento perpétuo que os homens buscaram desde a mais remota antiguidade e nunca encontraram, pois o buscavam fora de si mesmos quando estava dentro deles. * O eneagrama é um diagrama esquemático do movimento perpétuo e também a pedra filosofal dos alquimistas. * O conhecimento do eneagrama foi preservado em segredo por muito tempo e, se agora está disponível, é apenas em forma incompleta e teórica, da qual ninguém poderia fazer uso prático sem instrução de um homem que sabe. * Um eneagrama imóvel é um símbolo morto; o símbolo vivo está em movimento. * O eneagrama não é uma forma platônica eterna, mas algo em perpétuo desdobramento, existindo entre o arquétipo e o constructo visível a participação da própria vida e do próprio significado de quem o usa. * Gurdjieff introduziu o eneagrama em um discurso sobre simbolismo em que falou sobre a união entre conhecimento e esseral, lançando as bases para o que Bennett desenvolveu posteriormente como sistemática. * Isso é quase totalmente não reconhecido no Ocidente, onde se espera que tudo seja alimentado ou explicado sem a necessidade de qualquer esforço, seja de pensamento lógico, seja de "sofrimento intencional". * A observação de Gurdjieff de que o eneagrama é apresentado de forma "incompleta e teórica" e de que não seria possível usá-lo sem "instrução de um homem que sabe" é uma questão séria, à qual ele fornece resposta parcial na imagem de dois homens desenhando o eneagrama e dialogando para determinar qual dos dois compreende mais. * O diálogo é necessário porque as coisas se tornam mais "vivas" quando trazidas para ele. * Trata-se de um processo em que o significado pode se desenvolver, para além de simplesmente determinar quem compreende mais. * O eneagrama é um aparato para engendrar compreensão, como um recipiente alquímico para unir mentes. * O que está "incompleto" na apresentação do eneagrama é a ausência de um momento presente, que Bennett definiu como "o campo de operação de uma vontade", sem o qual o eneagrama é inerte. * As pessoas precisam contribuir não apenas com seu conhecimento, mas também com sua substância vital. * Há uma longa história de reconhecimento de que qualquer texto ou símbolo esotérico ou sagrado deve ser incompleto, ou mesmo que deve deixar de fora a coisa mais importante. * Todo texto ou forma desse tipo precisa deixar uma "lacuna" para o leitor ou aplicador. * Quando Gurdjieff apresentou o eneagrama e começou a explicá-lo em termos de oitavas ou "a lei dos sete", chamou a atenção para as anomalias que isso criava e instou seus alunos a pensar profundamente sobre isso. * Muitas pessoas têm lutado para "racionalizar" essas anomalias desde então. * Outra abordagem foi trazer situações reais e experiências concretas, que era a abordagem de Bennett. * Em Beelzebub's Tales, Gurdjieff indicou o caminho com sua ideia de legominismo, método de transmitir informações reais às gerações futuras. * Um fator enigmático e fundamental foi sua proposta de que esse método funciona incorporando "inexatidões" na estrutura de textos ou obras de arte, sendo justamente nesses pontos de inexatidão que as informações mais significativas teriam sido colocadas. * A estrutura do legominismo fornece um teste de compreensão: quem consegue ver o ponto merece conhecê-lo. * A "informação significativa" não está de fato enunciada ou presente no texto ou símbolo, mas está em quem o usa, sendo a parte mais importante uma espécie de "ausência ativa", expressão de Henri Bortoft. * Embora possa parecer paradoxal, a verdadeira consciência é mais uma ausência do que uma presença. * Essa consciência é o combustível da compreensão. * Há um tema recorrente em Beelzebub sobre a incompletude de todo o cosmos e da compreensão humana especificamente, com Gurdjieff lembrando constantemente que as coisas não saem como se espera. * Bennett aborda essa questão diretamente neste livro por meio de seu conceito de risco. * Apenas empreendendo uma aplicação do eneagrama, fundindo-o a um propósito e permanecendo aberto às incertezas de sua realização, é possível compreendê-lo. * A visão cósmica de Gurdjieff propõe que todo o universo ainda está em processo de ajuste para funcionar, não sendo nem uma máquina perfeita nem um palco de livre-arbítrio. * O eneagrama é a estrutura de um processo universal de realização e, incorporando valor além do fato, deve permanecer incompleto e incerto. * Engajar-se com ele oferece a chance de contatar esse processo no momento presente concreto, que é o que "verdadeiramente conhece". * É no ato de harmonizar fato e valor, representados nos dois lados do eneagrama, que se pode ser "ensinado". * Colocar-se no reino incerto entre o próprio propósito e as restrições da existência é a condição de se tornar suscetível à compreensão. ---- [[autores-obras:eneagrama:eneagrama-jgb|Heptualidade]] {{indexmenu>.#1|tsort nsort nocookie}}