O livro descreve uma das vias da iniciação — seca e brutal, para homens nus em tempos bárbaros —, reconhecendo que existem outras vias, mais cautelosas, menos violentamente decapantes, envolvidas por sentimentos estéticos e efusão fraterna, ligadas ao passado pelo símbolo e pelo ritual, mais lentas, mais calorosas e certamente mais humanas, às quais o autor dá hoje preferência.
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A própria vida, fora das escolas, reserva vias que transformam a existência cega em destino — uma busca esclarecida, através de provas e sinais, de uma relação mais justa consigo mesmo, com os outros e com o mundo.
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Nessa busca, a vida ensinou, com mais gravidade e serenidade ativa do que qualquer escola, duas
leis essenciais no caminho: quem para se engana; e se nada for sacrificado, nada poderá ser obtido.