XXII Belzebu pela primeira vez no Tibet [BTG]

GURDJIEFF — Uma Crítica Objetivamente Imparcial da Vida do Homem - Relatos de Belzebu a seu Neto (RBN)

Resumo a partir da versão em inglês publicada em 1950

LIVRO I (BTG XXII pgs. 252-267)

XXI A primeira visita de Belzebu à Índia [BTG] ⇒ XXII BELZEBU PELA PRIMEIRA VEZ NO TIBETE ⇒ XXIII A quarta estadia pessoal de Belzebu no planeta Terra [BTG]

- Retorno ao Mar de Beneficência pelos Himalaias

Passagem por lugares ainda mais peculiares, e através de partes ainda mais incomuns da Natureza geral desse desafortunado planeta; encontros com vários entes unicerebrais e bicerebrais de diferentes formas, chamados selvagens, que vinham de remotas partes do continente Ashhark com o propósito de «caça». Descrição destes perigosos entes «selvagens».

- Travessia por lugares quase inacessíveis que só podiam ser atravessados de sia, quando os entes «selvagens» estão dormindo; à noite grande vigilância e uso de abrigos artificiais se fazia necessário.

- Acampamentos à noite eram muito protegidos mas ficavam assim mesmo cercados de entes «selvagens» que buscavam seu «primeiro alimento» (v. alimento-esseral)

- A travessia alcança um assentamento chamado «Sincratorza», centro de toda região; lugar posteriormente denominado Tibete.

Os entes deste assentamento pertenciam a seita dos «auto-domadores»; seita formada entre os seguidores de Santo Buda

- Peculiaridade: uma religião (Havatvernoni) uma vez formada, imediatamente começa a se dividir em seitas.

- Os entes desta seita, «auto-domadores», surgiram devido a compreensão equivocada da religião budista, daquilo que definiram como «sofrimento-em-solidão»; buscavam assim distanciamento e isolamento dos outros para infligir o máximo de autoflagelação

- Descrição dos monastérios e práticas de autoflagelação, desta seita dos «auto-domadores»

- As montanhas dos Himalaias, sua anormal elevação e os problemas decorrentes