Gurdjieff tinha ideias muito peculiares sobre durações de vida, citando num manuscrito muito antigo que em pessoas que conscientemente se aperfeiçoaram ao estado de “todos os centros despertos” certos fatores continuam a se formar até a idade de trezentos anos no homem e duzentos na mulher, e ele mesmo esperava viver o tempo pleno permitido, tendo um aluno que começou de forma imprudente uma frase com “Quando o senhor morrer, Sr.
Gurdjieff…” sido furiosamente interrompido: “Eu sou
Gurdjieff. Eu não vou morrer!”, mas Azrael, o
Anjo da Morte, não estava escutando, e levou a alma de
Gurdjieff em 29 de outubro de 1949.