Os contos de fadas e os mitos contêm a ideia de desafio que exige o envolvimento integral do ser, com mente, sentimento e
corpo desenvolvidos, pois a esperteza sozinha não é suficiente.
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A noção de “felizes para sempre” contradiz o conceito de limiares, pois o ser humano é sempre chamado a enfrentar o próximo desafio.
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Hamlet é o exemplo clássico de um homem paralisado num limiar pela incapacidade de agir no momento certo.
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Olhar para trás é perigoso, pois a essência do limiar é estar aqui e agora, sem se projetar para o futuro nem se prender ao passado.
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Em cada segundo existem infinitos fragmentos de tempo nos quais se passa de uma experiência a outra, quase sem perceber o movimento que ocorre.
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A questão do tempo é central: saber quando agir e quando se abster é parte da sabedoria do limiar.
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Existem limiares falsos e negativos que podem ser confundidos com limiares verdadeiros, levando à paralisia ou à ilusão.
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A vida cotidiana está repleta de chamados enganosos que reativam apenas associações do passado em vez de abrir passagens reais.
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Alguns limiares são becos sem saída que conduzem à estagnação e ao engano.
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O risco de ser sobrecarregado pela multiplicidade de oportunidades é real, e por isso cada limiar deve ser tratado com seriedade.
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Quando uma porta parece se abrir com a sensação de que pode não permanecer aberta por muito tempo, a tarefa é trazer o ser ao fazer, ou seja, unir presença interior e ação concreta.