A encarnação de Cristo, que aceitou voltar ao
corpo mesmo após a morte, evoca por analogia momentos em que pensamentos e sentimentos sutis parecem não ter nada a ver com o
corpo, até que ele se abre ao desejo de participar dessa experiência.
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A relação entre o
corpo ordinário e o
corpo sutil não pode ser compreendida de fora; só a experiência direta a revela.
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A memória emerge nos momentos de retorno a si mesmo, aqui e agora, e revela um propósito e uma intenção que não são próprios do indivíduo, mas que operam através dele.
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É como olhar uma paisagem com alguém que aponta algo que já estava sendo visto sem que se percebesse: de repente aparece.
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Há algo que lembra de si mesmo mesmo quando se foi varrido pela distração; essa memória testemunha um propósito que ultrapassa o indivíduo.