O “isso” que pensa, sente e age em lugar do “Eu”, senhor autocrata único, esse “isso” movediço e maleável, incapaz de propor a si mesmo outros fins que não imediatos e vãos, esquecido da morte e ignorante das verdades supremas, cujo pensamento obedece à
lei “camaleônica” — instável, enfermiço e proteiforme, como dizia
Daumal — prolifera anormalmente.