“A princípio”, disse
Gurdjieff a
Ouspensky, “produzia em nós simplesmente a impressão de ser uma curiosidade. Mas depois de algum tempo começamos a sentir que essa figura continha muitas coisas, um sistema grande, completo e complexo de cosmologia. E lentamente, passo a passo, começamos a decifrar esse sistema. Estava no
corpo da figura, em suas pernas, em seus braços, em sua cabeça, em seus olhos, em seus ouvidos: em todo lugar. Em toda a estátua não havia nada acidental, nada sem significado.”