No discurso, Hamolinadir declara que, apesar de ter estudado todas as teorias sobre a alma e concordado com a lógica de cada uma, inclusive tendo escrito uma longa obra sobre o tema, reconhece honestamente ser um idiota ao cubo no que diz respeito a essa questão.
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Descreve a Babilônia como um lugar onde se constrói uma torre para subir ao céu, erguida com tijolos de aparência idêntica mas feitos de materiais completamente diferentes: ferro, madeira, massa e penugem de éider.
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Conclui que essa torre inevitavelmente desabará e esmagará tudo, e por isso decide partir imediatamente.
Gurdjieff representa a Torre de Babel simbolicamente como uma torre intelectual de especulações infundadas que apenas semeia confusão, conferindo significado a uma alegoria que antes pouco ou nada significava, com a nuance dos tijolos de materiais distintos.
Na opinião dos autores,
Gurdjieff, como Oskianotsner, fornece por meio de seus contos uma multidão de tais egoplastikoori, oferecendo material para a educação do centro emocional, e cabe ao leitor recebê-los e absorvê-los sentando-se a seus pés como
Hassein.