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XL Belzebu conta como as pessoas aprenderam e em seguida esqueceram sobre a lei cósmica fundamental do Heptaparaparshinokh

GURDJIEFFBTG-XL (B813-B870)

Resumo da tradução inglesa de 1950

RBN II-39RBN III-41

  • A perplexidade de Hassein sobre como os seres tricerebais da Terra, possuidores apenas de Razão automática desde a segunda perturbação transapaliana, poderiam ter constatado e compreendido as sagradas leis cósmicas do Triamazikamno e do Heptaparaparshinokh, serve de ponto de partida para Beelzebub explicar as raras exceções a essa condição.
    • Embora de modo muito raro nos últimos séculos, certos seres tricerebais da Terra escapam à formação da Razão automática e desenvolvem em si a genuína Razão esseral objetiva, tal como todos os seres tricêntricos do Megalocosmos deveriam possuir.
    • Cada ser recém-nascido traz em si os germes de todas as possibilidades para a cristalização de dados correspondentes que, durante a formação para a existência responsável, poderiam engendrar a Razão objetiva, que é em si mesma o “representante da própria essência da Divindade”.
    • A queda imediata sob a influência da “educação” estabelecida pelos adultos ao redor atrofia progressivamente todas essas possibilidades durante a idade preparatória, de modo que o ser responsável resultante possui, em seu “centro-de-gravidade-essencial”, não a Razão objetiva que deveria ter, mas uma totalidade de impressões artificiais automaticamente percebidas e enganosas que, sem nada ter em comum com a localização de suas partes esserailes espiritualizadas, conectam-se às funções separadas de sua presença comum.
    • As exceções raras ocorrem quando um recém-nascido se forma em condições onde as anormalidades vigentes não o afetam automaticamente, e quando seu guia responsável durante a idade preparatória é um ser em cujo funcionamento consciente participam, graças à frequente atualização do dever-Partkdolg-esseral, os dados que permaneceram intactos em seu subconsciente para o engendramento do divino impulso de Consciência.
    • Esse guia consciente cria para o Oskiano do novo ser todos os fatores internos e externos para a percepção de impressões correspondentes, cristalizando os dados cuja totalidade sozinha pode dar ao ser a potência de “não se identificar e não ser afetado pelos externos por meio de suas inevitavelmente inerentes paixões”, impulso esseral que sozinho o habilita à constatação livre e imparcial de todos os fenômenos verdadeiros nos resultados cósmicos ao seu redor.
    • Em nosso Megalocosmos existe uma sentença recorrente: o ONIPAI-INFINITO é apenas o Fazedor de um ser tricêntrico; o verdadeiro criador de sua essência durante o período preparatório é seu Oskianotsner, ou seja, aquele que os favoritos de Hassein chamam tutor ou professor.
  • O ser tricerébral chamado Theophany, no continente Atlântida, foi o primeiro a lançar uma base racional para o que depois se chamaria ciência do Tazaloorinono, ao constatar que uma mistura de extrato da planta Patetook, resina de pinho e creme de leite das cabras Khenionianas, em qualquer quantidade e de qualquer modo derramada sobre uma laje de mármore, sempre assumia após o resfriamento uma forma de exatamente sete superfícies planas definidas.
    • Esse grupo de seres tricerebais aprendidos da Atlântida tornou-se categoricamente convicto de que quase todos os resultados cósmicos observados ao redor, ao serem tomados como unidades, sempre possuem sete aspectos independentes.
    • A ciência Tazaloorinono, cujo sentido era “a-sete-aspectualidade-de-todo-fenômeno-inteiro”, não foi incluída num Legominismo para transmissão às gerações futuras e por isso se perdeu completamente com o afundamento do continente, sem deixar rastro nas memórias dos sobreviventes.
  • Os santos gêmeos Choon-Kil-Tez e Choon-Tro-Pel, príncipes bisnetos do rei Konuzion do país Maralpleicie, foram os primeiros após a perda da Atlântida a constatar e cognoscitar a lei sagrada do Heptaparaparshinokh, chamando-a de lei da “Ninefoldness” por acrescentar aos sete “Dooczako” evidentes os dois “Sooanso-Toorabizo” ou “aspectos-de-lacuna-obrigatórios-do-fluir-ininterrupto-do-todo”, os chamados Mdnel-Ins.
    • O ambiente devidamente preparado pela linhagem de um dos principais membros da sociedade Akhaldan que emigrou da Atlântida para Maralpleicie, a decisão do pai de destinar a existência responsável dos filhos ao campo do aprendizado, e o esforço próprio dos irmãos para não permitir a atrofia do potencial hereditário de atualizar o dever-Partkdolg-esseral, tornaram possível que eles se tornassem desde o início da idade responsável tais como os seres tricerebais de todo o Megalocosmos se tornam quando escolhem a mesma finalidade: não para a satisfação de fraquezas vaidosas e egoístas, mas para o alcance de um grau mais elevado do Ser.
    • Refugiados do país Maralpleicie que desaparecia sob a areia, os dois irmãos cruzaram as alturas orientais e se estabeleceram nas costas de um grande espaço aquático, formando o grupo que ainda hoje existe e é chamado China.
    • O ponto de partida de suas investigações foi o produto chamado ópio, obtido da planta Papaveroon ou papoula, a mesma cujos grãos haviam criado o problema do qual o grande rei Konuzion, bisavô deles, tentara libertar seu povo com um ensinamento religioso; essa planta pertence à classe das formações Polormedekhtian, através das quais evoluem e involuem os resultados da transformação de todas as outras concentrações cósmicas de centro-de-gravidade que chegam à atmosfera do planeta pela difusão ubíqua das radiações de todas as espécies de concentrações cósmicas.
    • Investigando o ópio como possível remédio para uma forma de doença psíquica então muito espalhada entre os refugiados ao seu redor, os dois irmãos constataram que ele consiste de sete cristalizações independentes com propriedades subjetivas definidas, cada uma composta por sua vez de outras sete, e assim até quase ao infinito.
    • Investigando comparativamente o ópio, o raio branco e o som, os dois grandes irmãos constataram categoricamente que embora esses três resultados não tenham nada em comum quanto às causas de seu surgimento e às manifestações externas, sua construção interna e seu funcionamento são exatamente iguais até ao menor detalhe, e que o Dooczako de qualquer resultado age sobre o Dooczako correspondente de outro exatamente como funciona em seu próprio Dooczako.
    • Os primeiros sete aspectos fundamentais de cada todo foram chamados Erti-Pikan-On, Ori-Pikan-On, Sami-Pikan-On, Okhti-Pikan-On, Khooti-Pikan-On, Epsi-Pikan-On e Shvidi-Pikan-On, com derivados secundários correspondentes chamados Noora-Chaka; para distinguir os três resultados investigados, acrescentavam a palavra “Alil” para o som, “Nar-Khra-Noora” para o raio branco, e apenas o número do peso específico para o ópio.
  • O aparelho experimental chamado Alla-attapan, criado pelos gêmeos Choon-Kil-Tez e Choon-Tro-Pel e mais tarde visto pessoalmente por Beelzebub, consistia de três partes independentes: o Loosochepana, o Dzendvokh e o Riank-Pokhotarz.
    • O Loosochepana captava a luz do dia por um tubo cônico, transformava-a num raio branco concentrado, rompia-o em sete raios coloridos por meio de um cristal especial, reconcentrava-os num prisma de marfim chamado Pirinjiel, passava-os por um segundo cristal e depositava-os numa placa maior de marfim chamada Polorishboorda, de onde qualquer raio colorido escolhido podia ser direcionado para a terceira parte do aparelho.
    • Os contemporâneos de Hassein conhecem apenas o primeiro cristal, que chamam de prisma, e obtêm com ele apenas raios coloridos negativos, imaginando que são os mesmos raios positivos obtidos pelos grandes cientistas; para entender quaisquer outros fenômenos cósmicos conectados às mudanças transitórias do raio branco é obrigatório dispor de seus raios coloridos positivos.
    • O Dzendvokh consistia de uma armação muito resistente com grande número de cordas de intestinos e crinas de cauda de seres quadrúpedes de várias formas exteriores.
    • O Riank-Pokhotarz era um tripé com duas bolas de marfim sobrepostas, a menor contendo uma cavidade para amostras de ópio e a maior perfurada diametralmente, através da qual se movia um bambu previamente embebido em escuridão absoluta ou à luz laranja do Simkalash numa mistura de clara de ovo do pássaro Amersamarskanapa, suco da planta Chiltoonakh, secreção do ser quadrúpede Kezmaral e amálgama de mercúrio especialmente preparada.
    • O aparelho demonstrou que um raio colorido dirigido a qualquer elemento ativo do ópio o transformava em outro elemento cujas vibrações correspondiam às do raio; que o mesmo resultado era obtido com as vibrações sonoras das cordas do Dzendvokh; e que um raio colorido passando por um elemento ativo do ópio adquiria a cor correspondente às vibrações desse elemento, e assim por diante, provando a completa afinidade interna dos três resultados cósmicos exteriormente distintos.
    • As presas de mamutes serviram de material para a armação do Dzendvokh; esses seres bicerebais, que existiam nas regiões polares norte e sul do planeta, foram extintos pelas tempestades de neve causadas pela formação da atmosfera da Lua após a separação do fragmento do planeta Terra, e seus corpos planetários são encontrados ainda hoje bem conservados nas depressões outrora cobertas de neve e depois cobertas de Kashiman, em condição de “Isoliazsokhlanness” ou esfera hermeticamente fechada.
  • O ser aprendido genuíno King-Too-Toz, seguidor dos gêmeos cerca de um século e meio após o sagrado Rascooarno deles, propôs uma teoria muito detalhada chamada “evolução e involução das vibrações” e construiu um aparelho elucidatório chamado Lav-Merz-Nokh, que ficou amplamente conhecido entre os cientistas genuínos de quase todo o Megalocosmos.
    • No Lav-Merz-Nokh havia quarenta e nove cordas brancas chamadas “sons de centro-de-gravidade” ou notas inteiras, agrupadas em sete oitavas; cada oitava correspondia às vibrações das substâncias cósmicas que compõem um dos sete centros-de-gravidade da octava ansapaliana cósmico-fundamental.
    • As sete oitavas receberam nomes próprios: Arachiaplnish, Erkrordiapan, Erordiapan, Chorortdiapan, Piandjiapan, Vetserordiapan e Okhterordiapan.
    • As sete notas inteiras de cada oitava foram chamadas Adashtanas, Evotanas, Govorktanis, Maikitanis, Midotanis, Lookotanas e Sonitanis, correspondendo ao que os contemporâneos chamam “do”, “si”, “la”, “sol”, “fa”, “mi” e “re”.
    • Além das cordas brancas, cada oitava tinha cinco cordas pretas chamadas Demisakhsakhsa, equivalentes às meias notas, ausentes nos lugares que os irmãos chamaram de “lacunas”; nesses lugares específicos, onde não há possibilidade de independência da evolução e involução das vibrações segundo o sagrado Heptaparaparshinokh, King-Too-Toz colocou cordas especiais de crinas de cavalo cujas vibrações “caóticas” variavam conforme as vibrações dispersas ao redor, a temperatura da atmosfera e as radiações dos seres presentes nas proximidades independentemente do sistema de cérebro.
    • Quatorze cordas vermelhas chamadas Keesookesschoor, equivalentes a quartos de notas, completavam cada oitava; as que ladeavam as cordas de crina eram ajustáveis para fundir suas vibrações com as variáveis vibrações das cordas de crina, pois sem essa fusão as vibrações das cordas vermelhas atuariam de modo “cacofonicamente prejudicial” sobre os seres presentes, podendo até destruí-los totalmente.
  • O ser tricerébral Chai-Yoo, “cientista de nova formação” da China antiga, foi informado sobre o grande aparelho Lav-Merz-Nokh por iniciados genuínos que o haviam elegido candidato a iniciado de primeiro grau, mas usou esse conhecimento unicamente para parecer erudito perante os seres ao seu redor.
    • Chai-Yoo construiu um instrumento sonoro simplificado chamado King, ignorando completamente as cordas vermelhas e de crina do Lav-Merz-Nokh e usando apenas as cordas brancas e pretas de duas oitavas, com uma oitava inteira central acrescida de meia oitava acima e meia oitava abaixo.
    • O instrumento King tornou-se de acesso geral graças à sua simplicidade e à satisfação que proporcionava ao fazer cosquillas em dados cristalizados nos seres pelas consequências das propriedades do órgão Kundabuffer; passou de geração em geração, transformando-se ao longo do tempo em cravo, clavicórdio, órgão, piano de cauda, piano vertical e harmônio, mas preservando o princípio básico da alternância dos sons de centro-de-gravidade tal como os santos-irmãos Choon-Kil-Tez e Choon-Tro-Pel o atualizaram no Dzendvokh.
  • A confusão contemporânea sobre a teoria das vibrações do som resulta da chegada simultânea de dois fragmentos independentes de informação: o chinês, que dizia que a oitava tem sete sons de centro-de-gravidade, e o grego, que dizia que a oitava tem cinco.
    • A ciência grega das vibrações foi inventada por pescadores asiáticos que formaram a comunidade grega entre a Ásia e a Europa durante períodos de mau tempo por tédio, e sua divisão em cinco notas reflete simplesmente os cinco “restoriais” ou sons de centro-de-gravidade presentes nas vozes dos gregos daquela época, condicionados por fatores geográficos, hereditários, religiosos, de qualidade de nutrição e de influências mútuas.
    • Os “cientistas de nova formação” contemporâneos, incapazes de decidir entre as duas teorias contraditórias, uniram-nas numa só após o ser chamado Gaidoropoolo ter proposto uma explicação matemática segundo a qual as notas chinesas “mi” e “si” seriam na realidade meias notas coincidentes com as meias notas gregas, e que os chineses teriam optado por chamá-las de notas inteiras por conveniência para os restoriais de sua voz; essa explicação pacificou todos os representantes da ciência contemporânea, que agora prosseguem seus exercícios mentais sobre vibrações com base nas explicações matemáticas do obsequioso Gaidoropoolo.
    • Os contemporâneos ignoram que os dois sistemas têm origens inteiramente diferentes: a divisão chinesa resulta da cognoscitação da lei do sagrado Heptaparaparshinokh pelos grandes irmãos gêmeos, enquanto a grega foi composta apenas com base nos restoriais vocais dos gregos da época.
    • Grupos existentes no continente Ásia têm vozes com treze e dezessete notas inteiras; um pequeno grupo com apenas três restoriais orgânicos pode reproduzir até quarenta sons separados definidos, obtendo a “totalidade imutável de vibrações” sempre nesses três restoriais, o que Beelzebub verificou com três diapasões especiais e vários vibrômetros construídos por Gornahoor Harharkh.
  • O chamado Som-Mundial-Nirioonossian, tomado pelos grandes irmãos como unidade absoluta de vibrações correspondente à nota “do”, foi primeiro descoberto pelo membro aprendido da sociedade Akhaldan que foi progenitor dos gêmeos e se tornara chefe dos primeiros habitantes do país Maralpleicie.
    • Ele constatou que em uma localidade definida perto do lugar onde depois surgiu a cidade Gob, duas vezes por ano, após certas perturbações meteorológicas, sempre surgia e soava por um bom tempo o mesmo som definido; construiu ali uma elevação para observações de corpos celestes e investigou esse resultado cósmico inicialmente incompreensível.
    • Os dois grandes irmãos, já conhecendo esse resultado cósmico, estabeleceram-se no mesmo lugar e aí elucidaram o caráter e a natureza desse som estranho, tornando-o a unidade de medida de todos os seus cálculos.
    • A unidade de medida tomada pelos grandes irmãos coincidiu casualmente com a mesma pequena partícula da substância sagradíssima Theomertmalogos que é usada em todo o Megalocosmos para cálculos comparativos, a mesma que ainda contém toda a plenitude do poder de “vivacidade” das três forças sagradas do Triamazikamno, o que explica por que seus cálculos resultaram quase exatos.
    • O hidrogênio tomado pelos cientistas terrestres como unidade, considerado sem razão a menor partícula indivisível, é na realidade apenas um dos sete elementos cósmicos que constituem a “octava ansapaliana interna” do sistema solar Ors, correspondendo ao Planekurab do sistema solar ao qual pertence o planeta Karatas; os outros seis são chamados pelos contemporâneos Flúor, Cloro, Bromo e Iodo, sem nomes para os dois últimos, que eram ainda conhecidos dois séculos atrás pelos alquimistas, chamados pelos atuais cientistas de “charlatões ocultistas”, sob os nomes Hydro-oomiak e Petrkarmak.
  • A transmissão da totalidade do verdadeiro conhecimento sobre a lei do Heptaparaparshinokh foi progressivamente distorcida e quase totalmente destruída por dois motivos: a formação de seres com a “sede orgânico-psíquica irresistível de ser considerado erudito pelos seres ao redor”, gerando a herança chamada “astuta divagação intelectual”; e o enfraquecimento, por ação da lei do Solioonensius, dos dados nos iniciados genuínos para os impulsos de “percepção” e “presciência”, levando-os a iniciar tipos com essa herança maléfica no conhecimento que deveriam transmitir somente a iniciados verdadeiros.
    • Alguns fragmentos sobreviveram e chegaram até aos contemporâneos: vários métodos de separar elementos ativos do ópio, dos quais hoje são conhecidos apenas quarenta e dois dos quase quatrocentos então descobertos pelos grandes irmãos, entre os quais morfina, codeína, atropina, laudanina, narceína, e outros listados detalhadamente; a lei da combinação de cores, ainda preservada parcialmente entre certos persas mas ameaçada pela difusão das pinturas europeias; e a subdivissão de sete tons do som, chegada por meio de Chai-Yoo.
    • O chamado “cientista comicamente aprendido” Mendelejeff classificou os elementos ativos por pesos atômicos numa classificação que não corresponde de modo algum à realidade, mas que permite aproximadamente estabelecer a classificação feita pelos grandes irmãos terrestres da futura China.
    • Os cientistas do grupo chamado Alemanha alegaram ter encontrado métodos de separar outros elementos do ópio, mas como Beelzebub constatou que eles em sua maior parte apenas fantasiam, como os seres da antiga Grécia, e não preparam nada bom ou benéfico para as gerações futuras, ele não se interessou por essas novidades.
    • O que chegou aos contemporâneos de toda essa vasta e verdadeira informação é o que o amado Mullah Nassr Eddin define pelas palavras: “Glória a Ti, Senhor Criador, por teres feito os dentes dos lobos diferentes dos chifres do meu querido búfalo, pois agora posso fazer vários excelentes pentes para minha querida esposa.”
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