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Corpos Esserais Superiores (2)

Ocke de Boer. Higher Being Bodies. A Non-Dualistic Approach to the Fourth Way, with Hope. Mount Desert, Maine: Beech Hill Publishing Company, 2014

  • Uma citação de Beelzebub's Tales introduz a ideia de que as células do cérebro cumprem, para cada ser, a mesma função que os corpos superiores já aperfeiçoados cumprem no Universo para os seres que se uniram ao Sol Absoluto.
  • A compreensão real da ideia de revestir os corpos superiores transformaria radicalmente a atitude diante da vida, tornando questionável tudo o que foi introjetado pelos educadores, como a competição por dinheiro, o medo de fracassar e a indiferença ao dano causado aos outros e à Terra em nome do lucro.
    • Os educadores não são os responsáveis; a eles aconteceu a mesma coisa terrível.
  • Compreender essa ideia deslocaria o centro de gravidade do exterior dos centros para o interior, gerando algo dentro do ser e contribuindo para o equilíbrio da Lei das Vibrações.
  • O propósito de estar aqui é revestir os corpos superiores, e a praticidade desse projeto foi bem elaborada pelas forças superiores.
  • O primeiro perigo surge quando o desejo de iniciar o revestimento emerge do segundo chakra, Swadisthana, sede dos desejos, dos anseios e do egoísmo.
    • Trabalhar a partir de Swadisthana é necessário no início, mas insuficiente e muito limitado para revestir algo além desse nível.
    • É preciso efetivamente fazer o trabalho, e não apenas falar sobre ele.
  • Trabalhar apenas a partir de Swadisthana — seja por querer ter um Eu Real, por querer despertar, por medo de não revestir nada ou por medo do inferno — não produz resultados duradouros.
    • O Eu Real não pode tocar o ser no nível de Swadisthana.
    • O contato com o Eu Real só é possível a partir de Anahatha, o chakra do coração, onde o amor eterno pode tocar o ser e existe imparcialidade até em relação aos próprios esforços.
  • Para revestir os corpos superiores, é necessário trabalhar nas três linhas: sobre si mesmo, com os outros e para o Trabalho.
    • Não se deve tomar o alimento do Trabalho apenas para si, não por obrigação moral ou por imposição, mas porque se pode verificar por si mesmo que isso é conforme a lei.
  • Entre o nível de Swadisthana e os níveis superiores existe o primeiro limiar do Trabalho, que coloca a questão de permanecer no mundo do desejo, Kama-loka, ou mergulhar no profundo e servir ao superior.
    • As forças que mantêm o ser no nível de Swadisthana são poderosas, e esse limiar existe também segundo a lei.
    • Transpô-lo separa os que ainda não amadureceram dos que já amadureceram.
  • Existem modos Hasnamussian de transpor o primeiro limiar permanecendo completamente egoísta, pelos quais algo superior pode ser revestido, mas que jamais permitem a união com o Sol Absoluto.
    • Esses modos não pertencem ao escopo deste livro.
  • Para transpor o primeiro limiar, é preciso observar onde se retém, conhecer as próprias dependências profundas em Swadisthana e ser honesto consigo mesmo.
    • As forças que mantêm o ser fora de sintonia com o Trabalho são necessárias, pois sem elas não haveria nada sobre o que trabalhar.
    • Quem trabalha terá isso revelado a si mesmo.
  • Os chakras recebem ênfase por serem o lado mais material do corpo Kesdjan, e todo o processo de revestimento dos corpos superiores é um processo material e substancial.
    • Essa é uma das belas compreensões trazidas por Gurdjieff.
    • A vida reveste de modo lunar até certo ponto, mas quem assume a própria evolução espiritual é revestido de modo solar, ao consumir conscientemente os três tipos de alimento que o Trabalho oferece.
    • O propósito da vida deixa então de ser a busca da felicidade e passa a ser a experiência.
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